terça-feira, 1 de novembro de 2011

A UM POETA AMIGO


Estou parada por aqui a tempo!
tentando falar de tim
a tua irreverência viva,
realista, sonhador e triste
e muitas vêzes extremamente alegre.

Que tristeza!
tua estrêla grilhou e se foi...
falar de amor e falar de ti,
falar de recordações,
de amores mudos separados
que não foram teus,
do explendor da vida.

Estou foliando teus poemas
além das rimas
que fala de encantos, desencantos,
tanta vida!
na estrada uma estrela cadente, perdida
em busca de um encontro
com caminhos palpitantes.

Ao pêso de prazeres
de momentos imperfeitos
trocados por alegrias
vida sem porto
sem destino
é belo teu louvor.

18-04-90

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